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A Terra é palco para os robôs alienígenas da franquia 'Transformers'
Pokémon X e Y terão novas “Mega evoluções” na nova versão do game. A revelação foi feita na revista japonesa Corocoro, autoridade em matéria de Pokémon no território nipônico, confirmando novas e misteriosa formas de seis criaturas já conhecidas do público, como Mewtwo. Os títulos serão lançados em outubro para o Nintendo 3DS.
A revista mostrou as novas Mega evoluções de seis pokémons: MegaMewtwo, MegaBlaziken, MegaAbsol, MegaMawile, MegaLucario e MegaAmpharos. Apesar de parecerem mais formas alternativas, como as que acontecem com pokémons lendários como Deoxys, elas são realmente chamadas de evoluções na revista.
Ainda não se sabe bem quais as vantagens dessas evoluções. Elas não parecem mudar o tipo do Pokémon, mas aparentemente concedem Abilities diferente do normal. Também não foi detalhado como os monstrinhos atingem essa Mega evolução, mas novas pedras, chamadas Mega Stones, fazem parte do processo.
Além dos Mega Pokémons também foram revelados três novas criaturinhas selvagens, ainda sem nomes ocidentais: Meekuru, um monstro tipo Grass pré-evolução do Gogoat, Horubii, um pokémon tipo Normal que aparenta ser basicamente um coelho, e Dedenne, um ratinho tipo Electric / Fairy que até lembra um pouco o Pikachu clássico.
'Cavaleiros do Zodíaco' terá game em português
São 26 anos desde que uma garota de longos cabelos lilases precisou ser salva de poderosos vilões pela primeira vez. Mas isso não impediu que ela fosse, de novo, capturada. E de novo, de novo, de novo... O constante apuro de Saori em nada diminuiu a força do anime (desenho animado japonês) e do mangá (história em quadrinho nipônica) "Cavaleiros do Zodíaco". A estrutura das histórias se manteve a mesma desde quando passavam nas tardes na extinta TV Manchete, época em que mais fizeram sucesso por aqui: a mistura de mitologia grega, lutas sangrentas e raios capazes de destruir pedras. Mas a idade não atrapalhou. O cavaleiro de Pégasus Seiya e sua turma continuam com toda força.
Os cavaleiros tiveram seu cosmos reanimado no ano passado, com o lançamento do jogo para Playstation 3 "Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário no Japão", nos 25 anos desde que as histórias de Masami Kurumada chegaram à TV japonesa. Os anos passaram, mas a franquia ainda se mostra poderosa. Em junho, o game chega aqui - o Brasil será o primeiro país da América Latina a receber o jogo - numa parceria entre a japonesa Bandai com a Sony e a Zap Games, legendado em português. Um mimo para o mercado brasileiro, ainda fã da série. "É difícil fazer um jogo de um anime com tantos fãs e atender a todos", contou o produtor japonês do game, Ryo Mito.
O analista Eduardo Vilarinho, de 30 anos, líder do fã-clube que reúne 115 mil membros ativos no site http://www.cavzodiaco.com.br/, foi o responsável pela tradução de mais de 500 termos e nomes para o português no game, de acordo com a série clássica de 1994 da Manchete. "Foi naquela época que eu comecei a ver. Era uma febre. A diferença é que eu nunca parei", diz Vilarinho. Será por sua causa que os fãs verão o famoso 'meteoro de Pégasus' no jogo.
Ainda no Japão, um novo desenho vem sendo exibido desde abril, sob a chancela "Cavaleiros do Zodíaco Ômega". O enredo se passa alguns anos depois da saga clássica, com Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki, quinteto que literalmente dava suas vidas para proteger Saori, a tal garota de cabelos lilases, encarnação de Atena, deusa da mitologia grega. "Estão tentando rejuvenescer a franquia", diz outro fã, Walter Neto, de 29 anos. "Mas esse novo desenho tem se mostrado mais infantil que o outro", avisa ele, que assiste aos episódios pela internet.
Fonte:
Jornal da Tarde
Os cavaleiros tiveram seu cosmos reanimado no ano passado, com o lançamento do jogo para Playstation 3 "Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário no Japão", nos 25 anos desde que as histórias de Masami Kurumada chegaram à TV japonesa. Os anos passaram, mas a franquia ainda se mostra poderosa. Em junho, o game chega aqui - o Brasil será o primeiro país da América Latina a receber o jogo - numa parceria entre a japonesa Bandai com a Sony e a Zap Games, legendado em português. Um mimo para o mercado brasileiro, ainda fã da série. "É difícil fazer um jogo de um anime com tantos fãs e atender a todos", contou o produtor japonês do game, Ryo Mito.
O analista Eduardo Vilarinho, de 30 anos, líder do fã-clube que reúne 115 mil membros ativos no site http://www.cavzodiaco.com.br/, foi o responsável pela tradução de mais de 500 termos e nomes para o português no game, de acordo com a série clássica de 1994 da Manchete. "Foi naquela época que eu comecei a ver. Era uma febre. A diferença é que eu nunca parei", diz Vilarinho. Será por sua causa que os fãs verão o famoso 'meteoro de Pégasus' no jogo.
Ainda no Japão, um novo desenho vem sendo exibido desde abril, sob a chancela "Cavaleiros do Zodíaco Ômega". O enredo se passa alguns anos depois da saga clássica, com Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki, quinteto que literalmente dava suas vidas para proteger Saori, a tal garota de cabelos lilases, encarnação de Atena, deusa da mitologia grega. "Estão tentando rejuvenescer a franquia", diz outro fã, Walter Neto, de 29 anos. "Mas esse novo desenho tem se mostrado mais infantil que o outro", avisa ele, que assiste aos episódios pela internet.
Fonte:
Jornal da Tarde
Os Jogos do Atari
1983 foi o ano do início da "febre" dos videogames aqui no Brasil. As empresas começavam a se mexer para começar a fabricação dos aparelhos. A primeira grande indústria a anunciar e colocar a venda o seu aparelho foi a Philips, com o videogame Odyssey, em Maio de 1983. Uma coisa que poucos sabem é que o primeiro videogame com o hardware compatível com o Atari lançado foi o Top Game, da Bit Eletrônica, em 1981 ainda. Podemos considerá-lo como o primeiro videogame de fabricação nacional. Porém, talvez temendo problemas legais, a Bit Eletrônica mudou o tipo de conector do cartucho. Evidentemente isso não deu muito certo porque impedia de usar os cartuchos do Atari diretamente. Depois a Bit lançou um adaptador para colocar cartuchos Atari "normais" mas ai já era tarde.
Então, o primeiro console realmente compatível com o Atari lançado no mercado foi o Dactari, fabricado por uma empresa chamada Sayfi Eletrônica. A Sayfi lançou o "TV Computer System 2600-A" em maio de 1983, com baixa produção inicial. A intenção era aproveitar o "vazio" de mercado, pois outros consoles compatíveis com o Atari seriam lançados somente no segundo semestre de 1983. Com um design praticamente copiado do Atari 2600 original, a Sayfi se deu bem. Os primeiros lotes foram comercializados exclusivamente pelas lojas Computerland. Posteriormente a Sayfi mudou de nome, e provavelmente de dono, e se tornou a Milmar Eletrônica. E a Milmar lançou depois o Dactar (sem o "i" no final) com design um pouco modificado, mas não muito diferente do Atari original; o Dactar II, igual ao Dactar mas com o painel metálico; e o famoso Dactar Maleta, também conhecido como Dactar 007. Este foi uma idéia bem interessante: fazer um Atari embutido numa maleta. Talvez a idéia tenha surgido das maletas que se comercializavam na época: maletas de madeira ou couro para colocação do console, controles e cartuchos. A Milmar resolver embutir o circuito do Atari direto numa mala ! Sem dúvida, foi uma idéia única.
Mas a Sayfi não ficaria sozinha por muito tempo. A Dynacom, então na época uma pequena empresa e uma das pioneiras na fabricação de cartuchos nacionais, anunciou o lançamento do seu console compatível com o Atari: o Dynavision. Este tinha um design totalmente original e diferente, era bem robusto e tinha características atraentes: entrada dos controles pela frente do console, botões e controles vistosos e um circuito melhorado que "silenciava" a TV quando o videogame era desligado para a troca de cartuchos, evitando o incômodo chiado. E também acompanhava o console o famoso controle Dynastick. Era um controle resistente, anatômico, com botão de tiro duplo e com ventosas para fixação. Embora alguns "torcessem o nariz" para o controle, ele era de fato de ótima qualidade. A Dynacom mostrou um protótipo do Dynavision na UD de 1983. Aqui um parenteses: saibam que a UD (abreviação de Utilidades Domésticas, era uma espécie de mostra de equipamentos eletro-eletrônicos) naquela época não era igual agora. Naquela época a UD era apenas uma feira de "demonstração", mostravam-se os produtos que seriam lançados, e não se vendia nada. Por isso, as diversas empresas mostravam os videogames - geralmente protótipos - mas nenhum era vendido na UD.
Se 1983 foi o ano do lançamento, 1984 foi o ano da consolidação do Atari por aqui. Após um Natal de sucesso, outros fabricantes começaram a "se mexer" e os que já estavam no mercado prepararam novos lançamentos.
Outros consoles compatíveis com o Atari debutaram em 1984.O mais famoso e sem dúvida o melhor destes foi o Supergame CCE VG-2800. Lançado também por uma empresa de porte, o Supergame CCE obteve um bom sucesso. O console tinha dimensões menores e um desing diferenciado e bastante simpático (na verdade o design do console é parecido com o console americano da Coleco, o Gemini, o que nos levaria a pensar que o design foi copiado. Pode até ser que sim, no entando o Supergame CCE tem o design muito melhor, esteticamente mais bonito e mais prático que o Gemini). E apesar de muitas críticas que sempre pairavam sobre o fabricante, o Supergame CCE era de excelente qualidade. E mais, a CCE teve uma grande sacada: junto com o videogame ela lançou uma série de 9 cartuchos com títulos totalmente desconhecidos por aqui. O cartucho que acompanhava o console, Mr. Postman (O Carteiro), e um outro jogo chamado "Bobby Is Going Home (Bobby vai pra casa)" cairam no gosto do público e se tornaram um sucesso. Estes cartuchos tinham um rótulo colorido, diferente para cada jogo, e a caixa do cartucho na cor branca, mais um diferencial. Posteriormente a CCE lançou mais 22 jogos, desta vez os mais conhecidos (Enduro, River Raid, Pac Man etc), totalizando 31 jogos. Esta série foi lançada com um rótulo "padrão" para todos os jogos, mudando apenas o texto e o código do jogo e com a caixa tanto branca ou preta. (Mais detalhes consulte o Projeto CCE ou a Seção Cartuchos).
Fonte:
ATARi
Jogos ATARi
Então, o primeiro console realmente compatível com o Atari lançado no mercado foi o Dactari, fabricado por uma empresa chamada Sayfi Eletrônica. A Sayfi lançou o "TV Computer System 2600-A" em maio de 1983, com baixa produção inicial. A intenção era aproveitar o "vazio" de mercado, pois outros consoles compatíveis com o Atari seriam lançados somente no segundo semestre de 1983. Com um design praticamente copiado do Atari 2600 original, a Sayfi se deu bem. Os primeiros lotes foram comercializados exclusivamente pelas lojas Computerland. Posteriormente a Sayfi mudou de nome, e provavelmente de dono, e se tornou a Milmar Eletrônica. E a Milmar lançou depois o Dactar (sem o "i" no final) com design um pouco modificado, mas não muito diferente do Atari original; o Dactar II, igual ao Dactar mas com o painel metálico; e o famoso Dactar Maleta, também conhecido como Dactar 007. Este foi uma idéia bem interessante: fazer um Atari embutido numa maleta. Talvez a idéia tenha surgido das maletas que se comercializavam na época: maletas de madeira ou couro para colocação do console, controles e cartuchos. A Milmar resolver embutir o circuito do Atari direto numa mala ! Sem dúvida, foi uma idéia única.
Mas a Sayfi não ficaria sozinha por muito tempo. A Dynacom, então na época uma pequena empresa e uma das pioneiras na fabricação de cartuchos nacionais, anunciou o lançamento do seu console compatível com o Atari: o Dynavision. Este tinha um design totalmente original e diferente, era bem robusto e tinha características atraentes: entrada dos controles pela frente do console, botões e controles vistosos e um circuito melhorado que "silenciava" a TV quando o videogame era desligado para a troca de cartuchos, evitando o incômodo chiado. E também acompanhava o console o famoso controle Dynastick. Era um controle resistente, anatômico, com botão de tiro duplo e com ventosas para fixação. Embora alguns "torcessem o nariz" para o controle, ele era de fato de ótima qualidade. A Dynacom mostrou um protótipo do Dynavision na UD de 1983. Aqui um parenteses: saibam que a UD (abreviação de Utilidades Domésticas, era uma espécie de mostra de equipamentos eletro-eletrônicos) naquela época não era igual agora. Naquela época a UD era apenas uma feira de "demonstração", mostravam-se os produtos que seriam lançados, e não se vendia nada. Por isso, as diversas empresas mostravam os videogames - geralmente protótipos - mas nenhum era vendido na UD.
Se 1983 foi o ano do lançamento, 1984 foi o ano da consolidação do Atari por aqui. Após um Natal de sucesso, outros fabricantes começaram a "se mexer" e os que já estavam no mercado prepararam novos lançamentos.
Outros consoles compatíveis com o Atari debutaram em 1984.O mais famoso e sem dúvida o melhor destes foi o Supergame CCE VG-2800. Lançado também por uma empresa de porte, o Supergame CCE obteve um bom sucesso. O console tinha dimensões menores e um desing diferenciado e bastante simpático (na verdade o design do console é parecido com o console americano da Coleco, o Gemini, o que nos levaria a pensar que o design foi copiado. Pode até ser que sim, no entando o Supergame CCE tem o design muito melhor, esteticamente mais bonito e mais prático que o Gemini). E apesar de muitas críticas que sempre pairavam sobre o fabricante, o Supergame CCE era de excelente qualidade. E mais, a CCE teve uma grande sacada: junto com o videogame ela lançou uma série de 9 cartuchos com títulos totalmente desconhecidos por aqui. O cartucho que acompanhava o console, Mr. Postman (O Carteiro), e um outro jogo chamado "Bobby Is Going Home (Bobby vai pra casa)" cairam no gosto do público e se tornaram um sucesso. Estes cartuchos tinham um rótulo colorido, diferente para cada jogo, e a caixa do cartucho na cor branca, mais um diferencial. Posteriormente a CCE lançou mais 22 jogos, desta vez os mais conhecidos (Enduro, River Raid, Pac Man etc), totalizando 31 jogos. Esta série foi lançada com um rótulo "padrão" para todos os jogos, mudando apenas o texto e o código do jogo e com a caixa tanto branca ou preta. (Mais detalhes consulte o Projeto CCE ou a Seção Cartuchos).
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| Enduro é um jogo de video game produzido pela Activision em 1983 para o console Atari 2600. Foi um dos últimos sucessos do Atari antes da crise na indústria eletrônica entre 1983 e 1984. para jogar clique aqui |
Fonte:
ATARi
Jogos ATARi
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