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Os 100 Melhores Filmes de Hollywood

O Poderoso Chefão' de Francis Ford Coppola (1972)

O Mágico de Oz' de Victor Fleming (1939)

Cidadão Kane' de Orson Welles (1941)

Um Sonho de Liberdade' de Frank Darabont (1994)

'Pulp Fiction: Tempo de Violência' de Quentin Tarantino (1994)

 Casablanca' de Michael Curtiz (1942)

 O Poderoso Chefão II' de Francis Ford Coppola (1974)


 E.T. O Extraterrestre' de Steven Spielberg (1982)

2001: Uma Odisséia no Espaço' de Stanley Kubrick (1968)

A Lista de Schindler' de Steven Spielberg (1993)

 Guerra nas Estrelas' de George Lucas (1977)

 'De Volta Para o Futuro' de Robert Zemeckis (1985)


 Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida' de Steven Spielberg (1981)

Forrest Gump - O Contador de Histórias' de Robert Zemeckis (1994)
  
  E o Vento Levou...' de Victor Fleming (1939)


  O Sol é Para Todos' de Robert Mulligan (1962)

 Apocalypse Now' de Francis Ford Coppola 

 Os Bons Companheiros' de Martin Scorsese (1990)

  Noivo Neurótico, Noiva Nervosa' de Woody Allen (1977)

 A Felicidade Não se Compra' de Frank Capra (1946)

 Chinatown' de Roman Polanski (1974)

O Silêncio dos Inocentes' de Jonathan Demme (1991)

Lawrence da Arábia' de David Lean (1962)

Tubarão' de Steven Spielberg (1975)

A Noviça Rebelde' de Robert Wise (1965)

Cantando na Chuva' de Stanley Donen e Gene Kelly (1952)

Clube dos Cinco' de John Hughes (1985)

A Primeira Noite de um Homem' de Mike Nichols (1967)

Blade Runner - O Caçador de Androides' de Ridley Scott (1982)

Um Estranho no Ninho' de Milos Forman (1975)

O Império Contra-Ataca' de Irvin Kershner (1980)

Beleza Americana' de Sam Mendes (1999)

Fargo' de Joel and Ethan Coen (1996)

Veja outros filmes da lista... clique aqui














Onde livros e cinema se encontram

O Festival de Cinema de Berlim e a Feira de Livros de Frankfurt, os dois eventos culturais alemães de maior prestígio mundial, têm seus caminhos cruzados uma vez por ano. O palco do encontro é o Berlin House of Representatives, onde na terça-feira foi realizada a 9ª edição do Books at Berlinale, um programa destinado a produtores, cineastas, editores e agentes literários que busca aquecer o mercado de adaptação de livros para as telas.
“Books at Berlinale é o primeiro evento a encorajar a sinergia entre livros e cinema dentro de um festival de filmes internacional de grande porte”, disse ao Valor Dieter Kosslick, o diretor da Berlinale, cuja 64ª edição segue até domingo com sede no centro nervoso de Potsdamer Platz. “Promovemos uma aproximação entre as duas indústrias para que os produtores e os diretores possam ter acesso a livros com potencial para filme. Muitos não sabem como abordar ou contatar o universo literário”, acrescentou.
Neste ano, mais de 120 livros, provenientes de 25 países, foram submetidos à seleção realizada por comissão da Feira de Livros de Frankfurt. Apenas 11 finalistas participaram da apresentação (que atraiu cerca de 150 produtores e diretores), incluindo uma obra brasileira: “A Filha das Flores”, primeiro livro da cantora Vanessa da Mata. Lançado no Brasil pela Companhia das Letras, o título chegará às livrarias da Alemanha na primavera europeia pela editora Ullstein/List.
“A história se desenrola em cenário perfeito para o cinema, o Mato Grosso tropical, onde vivem três meninas jovens e atraentes. É lá que elas crescem e descobrem o erotismo, o amor e a amizade, além do ciúme e do ódio”, afirmou Nicole Witt, diretora da agência literária Mertin (baseada em Frankfurt), que apresentou o livro em Berlim. A empresa negociou os direitos de outras obras em português que ganharam as telas, como “Ensaio Sobre a Cegueira”, de José Saramago (levado ao cinema por Fernando Meirelles, em 2008) e “O Homem Duplicado”, também de Saramago, que foi adaptado pelo canadense Denis Villeneuve no ano passado.
A seleção deste ano inclui ainda obras do Reino Unido (“Love, Love Me Do”, de Mark Haysom, e “A Kim Jong-Il Production”, de Paul Fischer), da França (“Back Up”, de Paul Colize, e “The Eduard Einstein Case”, de Laurent Seksik) e da Turquia (“More”, de Hakan Günday), entre outros títulos. “Damos preferência a lançamentos, best-sellers e vencedores de prêmios”, contou Britta Friedrich, diretora de eventos da Feira de Frankfurt. “Mas o que realmente importa é uma boa história, com uma trama bem elaborada e personagens complexos.”
Seleção literária
As vantagens em buscar inspiração na literatura são muitas, na visão de Britta. “Alguns livros já têm uma base sólida de fãs. E o fato de o enredo já ter sido testado no mercado editorial também reduz o risco para o produtor de cinema. Os leitores são espectadores em potencial”, observou.
Embora o processo de negociação das adaptações costume levar anos, Books at Berlinale já apresenta alguns casos de sucesso (além de outros em andamento). O romance “The Weekend”, de Bernhard Schlink, desembarcou nos cinemas no ano passado, com direção de Nina Grosse, após ter sido negociado no evento – uma realização do Berlinale Co-Production Market, a faceta business do festival de cinema alemão. Outro título “vendido” em Berlim foi “38 Témoins”, do escritor Didier Decoin, que ganhou uma versão cinematográfica pelas mãos de Lucas Belvaux e abriu o Festival de Cinema de Roterdã em 2012.
Segundo Sonja Heinen, diretora do Berlinale Co-Production Market, é importante manter o foco no mercado de cinema de arte – pelo fato de a clientela principal do Festival de Berlim pertencer a esse nicho. “Não é nossa função destacar livros com chances de render blockbusters em Hollywood.” A seleção literária precisa levar em conta as exigências de produção, priorizando as que se encaixam nas categorias de baixo e médio orçamento. “De que adiantaria apresentarmos um livro com potencial para virar um grande filme de ação ou uma obra da fantasia, carregada de efeitos especiais?”
Elaine Guerini, para o Valor Econômico

Filme da Lego mira na criatividade, mas acerta no consumo de brinquedos

Se houve uma marca de brinquedos que soube sobreviver à hegemonia dos jogos eletrônicos foi a dinamarquesa Lego. A tática para isso foi, em vez de lutar contra o espírito do tempo, misturar seus tijolinhos aos chips dos videogames, além de transformar personagens, cenários e veículos de grandes franquias cinematográficas como “Star Wars”, “Harry Potter”, “O Senhor dos Anéis” em brinquedos e em histórias para DVD.  Desde 2003, quando a empresa começou esses licenciamentos, seus lucros subiram de US$ 1,5 bilhão para US$ 4,5 bilhões em 2012, tornando-se a mais lucrativa do setor segundo o site da revista “Wired”.
A nova jogada da para se manter no topo é o “Lego Movie” (“Uma Aventura Lego”, em português), longa metragem que estreia nesta sexta (7) em todo o mundo e que traz uma discussão muito importante e atual para o universo do brinquedo: ao comprar um conjunto de Legos, é melhor seguir o manual e chegar à imagem vendida na caixa ou misturar tudo, esquecer as instruções e criar um brinquedo novo?
Os diretores e roteiristas do filme, Phil Lorde e Christopher Miller, disseram em entrevista ao UOL no Legoland Resort da Califórnia (outro empreendimento da marca inaugurado em 2013 que fica bem ao lado do parque Legoland), que sua intenção inicial era fazer um filme sobre criatividade.
“Não queríamos fazer um comercial de noventa minutos de uma empresa, então começamos a pensar que seria muito interessante fazer um filme sobre criatividade. Não sentimos que fizemos um filme meramente para vender brinquedos, mas usamos os brinquedos como um meio para contar uma história muito divertida”, dizem.
CENÁRIOS DE FILME DA LEGO REÚNEM MAIS DE 1,5 MILHÃO DE PEÇAS
Os dois afirmam ainda que não houve encomenda na hora de elaborar o roteiro e que a única recomendação que receberam da Lego foi a de que não dissessem que havia um jeito errado e um jeito certo de brincar, pois cada pessoa se relaciona com o brinquedo de forma diferente.
Apesar das declarações dos produtores, quem visitar a Legoland na pequena Carlsbad, litoral californiano, verá que as lojas do parque já foram devidamente abastecidas com diversos produtos inspirados na produção, como roupas, bonecos, relógios, um jogo de videogame e uma linha de brinquedos inédita, extraída dos cenários do filme.
Estes novos brinquedos exploram a discussão central da história criada por Lorde e Miller. Por exemplo: o mesmo número de peças usadas para montar um caminhão de sorvete serve para montar uma nave usada numa batalha que acontece no final da história. “E também uma terceira coisa criada por você”, brinca Phil Lorde.
Fora isso, a marca deve lucrar também com os cenários usados no filme. Montados com mais de 1,5 milhão de tijolinhos de Lego por uma equipe de dez “mestres construtores” (funcionários da empresa cuja função é criar e testar novos brinquedos), as locações ficarão abertas à visitação na Legoland durante um ano.
Para crianças crescidas
“Lego Movie” é um filme que conta a história de Emmet. Dublado por Chris Pratt (da série “Parks and Recreations”), esse simples boneco que passa a vida seguindo os manuais, irá, graças a uma profecia de Vitruvius (Morgan Freeman), se tornar um herói e transformar o futuro da cidade de Lego administrada com mãos de ferro pelo vilão Senhor Negocios (Will Ferrell), que insiste que a única forma de se fazer as coisas é seguindo as instruções.
ASTROS QUE DUBLAM FILME CONTAM POR QUE AINDA BRINCAM DE LEGO
“É importante dizer que esse filme foi feito e dirigido por duas crianças”, dizem os diretores aos risos. “Então, ele fala sobre o despertar da criatividade quando se é criança e de como não perdê-la quando se é adulto. Nós negligenciamos o lado infantil quando crescemos. Mas o lado criança é essencial para nossa vida.”
No elenco de dubladores, também estão Liam Neeson (que interpreta o guarda mau), Elizabeth Banks (atriz de “Jogos Vorazes” que interpreta a heroína Megaestilo) e Will Arnett (ator da série “Arrested Development” que interpreta ninguém menos que Batman).
À exceção de Morgan Freeman (“sou duas décadas mais velho que a Lego”) e de Liam Neeson (que não participou do lançamento do filme), todos os atores afirmaram que ainda brincam de Lego “por causa das crianças”.
“Acho que o Lego é um daqueles brinquedos únicos em que mesmo depois de adulto você ajuda seus filhos a construírem algo. Às vezes você se envolve mais que eles. Algumas vezes é tão engraçado. Porque você começa a brincar e, quando vê, eles foram embora e você continua ali. Acho que o Lego continua forte porque trabalha com a necessidade humana de tocar as coisas, de ter experiências táteis”, diz o comediante Will Ferrell.
“Eles entenderam que era preciso entrar nos mundo dos videogames. E eles se tornaram parte deles. E eles se mantiveram fieis aos personagens. Então você vai e joga com esses personagens e quando a TV não está ligada você ainda interage com esses personagens. Eles estão em sua casa e estão no seu videogame”, analisa o Batman Will Arnett.

Fonte:

http://www.boainformacao.com.br/2014/02/filme-da-lego-mira-na-criatividade-mas-acerta-no-consumo-de-brinquedos/

Coisas que você não sabia sobre “Robocop”


 1. O Robocop original era extremamente bombado

Se você comparar as duas versões do herói, no quesito músculos, o Robocop 2014 dá um pau no de 1987, que, para os padrões de hoje, é até meio gordinho.

Por isso, pode até não parecer, mas a versão mais antiga do traje de Robocop, era tão bombada que Peter Weller sequer conseguia entrar completamente vestido, nos carros do filme. Segundo o vídeo, nas cenas em que Weller aparece dirigindo, ele usa apenas a parte de cima da armadura e cuecas.

E, bom, saber que o Robocop passa boa parte do filme de cuecas me faz respeitar ainda mais o personagem. Quão confiante você precisa ser, para sair e lutar pela justiça, sem as calças?

2. Esse não foi o único momento em que o Robocop dispensou as calças durante o filme

Se um traje é parrudo e inflexível demais para sentar num carro, imaginem descer uma escada usando uma coisa dessas. Por isso, claro que a cena em que Robocop desce um lance de escadas no meio de uma boate foi feita inteiramente sem calças, mostrando que Robocop é um cara que sabe como animar uma festa.

3. Colocar Peter Weller no traje de Robocop era um processo que levava de 8 a 11 horas…

…E, para piorar, numa das primeiras cenas que eles filmam com o traje completo, o personagem precisava pegar uma chave no ar.

Como a roupa de Robocop, aparentemente era um pesadelo impossível de usar, claro que as chaves quicavam na luva de borracha e caíam no chão.

Em resumo, uma cena de 10 segundos no filme levou mais de 15 takes para acertar, por causa dessa roupa dos infernos.

4. Em resumo, a roupa do Robocop era terrível. E o filme tinha um exército delas.

Para a produção do longa, havia não uma, mas sete versões da armadura de 20 quilos, que compunha o personagem. Cada uma delas era usada em diferentes momentos do filme: de novinha e brilhante a toda suja e acabada depois de uma luta, cada momento tinha uma versão própria do traje.

Fora isso, como além de ser pesadíssima e inconveniente, é claro que a fantasia era extremamente frágil e, por isso, era bom ter algumas versões reserva.

5. Foi difícil conseguir uma classificação indicativa decente para o filme

“Robocop” precisou ser submetido à MPAA (Motion Picture Association of America, responsável pela censura de cada filme) nada menos do que 12 vezes, para conseguir ir de uma indicação X (uma das mais altas e proibidas nos EUA) para R (o equivalente aqui à censura 18 anos; o que não é lá muito melhor).

Ou seja, se dependesse do diretor, um dos filmes mais violentos dos anos 80 teria sido ainda mais violento. E ninguém teria reclamado disso.

6. Paul Verhooeven foi o primeiro diretor a aparecer (e aceitar) um prêmio, na cerimônia da Framboesa de Ouro

Essa curiosidade não diz respeito ao filme, mas apenas ao diretor do filme, que decidiu ter um pouco de senso de humor e comparecer aos Razzies, para aceitar os prêmios de Pior Diretor e Pior Filme para “Showgirls”.

7. “Robocop” já trazia referências nerds, antes disso ser legal

Vivemos em uma época em que Stan Lee faz uma aparição especial em um a cada cinco blockbusters; então, referências nerds já ficaram meio arroz com feijão. Mas “Robocop” já era todo trabalhado nas referências nerds, nos anos 80.

Em uma cena, por exemplo, podemos ver um personagem segurando um gibi do Homem de Ferro e um gibi do “Rom – O Cavaleiro do Espaço” – ambas HQs com histórias centradas em heróis que usam tecnologia para salvar a humanidade.

Outra coisa legal escondida no meio do filme, é um aviso beeem no final dos créditos, que diz que a reprodução ilegal do filme pode fazer com que você seja perseguido por policiais androides. O que dá até mais vontade de piratear o filme.

Fonte:

http://blogs.pop.com.br/cinema/video-coisas-que-voce-nao-sabia-sobre-robocop/
Por: Ana Cecília de Paula

Cinema

Os grandes momentos e diretores da história do cinema


Na Europa
A primeira sessão pública, organizada pelos irmãos Lumière em 1895, foi rápida e barata. Por 1 franco cada, 33 assentos foram ocupados por cerca de 20 minutos no subsolo de um café em Paris. Sete anos depois, com as trucagens do francês Georges Mèliés, o cinema virou arte. Confira os principais movimentos e diretores europeus.
1920
Expressionismo Alemão
Sombras, loucura e grotesco são os atores principais do cinema alemão. O movimento tenta representar o clima pós-guerra que toma conta do país e dura até a ascensão de Hitler, que proibiu as artes “degeneradas” e apostou no cinema-propaganda, afugentando grandes diretores do país. Filmes: Metrópolis (Fritz Lang), Nosferatu (F.W. Murnau), O Gabinete do Dr. Caligari (Robert Wiene).
Avant-Garde Francesa
Artistas das vanguardas plásticas trazem inovações às telas. Para não perder nenhum detalhe de grandes paisagens, o excêntrico Abel Gance coloca 3 câmeras lado a lado. Na hora da exibição, usa 3 projetores, inaugurando o formato de tela conhecido hoje. Filmes: O Cão Andaluz (Luis Buñuel e Salvador Dali), A Concha e o Clérigo (Germaine Dulac), Napoleão (Abel Gance).
Experimentalismo Soviético
A falta de película nas faculdades de Moscou leva estudantes de cinema a descobrir a montagem: usando vários pedaços de filmes famosos e a justaposição de imagens, criam uma nova obra. Influenciados pela Revolução Russa, fazem um cinema ideológico, sem perder o impacto visual. Filmes: O Encouraçado Potemkin (Sergei Eisenstein), Um Homem com uma Câmera (Dziga-Vertov).
1940
Neo-Realismo Italiano
Temas sociais, atores não-profissionais e gravações fora de estúdio. Por levar a realidade do pós-guerra ao cinema com custos tão baixos, os italianos se tornam referência e influenciam diversos diretores, entre eles, o brasileiro Glauber Rocha. Filmes: Ladrões de Bicicleta (Vittorio De Sica), Roma, Cidade Aberta (Roberto Rosselini), A Terra Treme (Luchino Visconti).
Década de 1950: Ingmar Bergman
Memória, psique e dores existenciais são temas tão presentes na sua filmografia, que acabaram se tornando personagens de sua obra.
Nouvelle Vague
Cansados dos mesmos filmes, críticos da conceituada revista francesa Cahiers du Cinema decidem colocar a mão na massa. Ou melhor, a câmera nos ombros. A nova onda usa a seu favor as dificuldades técnicas para contar histórias simples, criando um estilo único. Filmes: Acossado (Jean-Luc Godard), Os Incompreendidos (François Truffaut).
Década de 1980: Pedro Almodóvar
Com linguagem televisiva, beirando o folhetim, Almodóvar costura a sua filmografia de toques biográficos com o tema recorrente do desejo.
1990
Dogma 95
Quatro diretores dinamarqueses se reúnem e criam 10 regras para fazer um cinema puro, simples e sem gênero. Entre elas, ausência de trilha sonora, de luz artificial e de efeitos especiais. O chamado Manifesto Dogma reforça a idéia de que qualquer um pode fazer cinema e cria seguidores pelo mundo. Filmes: Festa de Família (Thomas Vintenberg), Os Idiotas (Lars Von Trier).
Nos EUA
Ironicamente, a milionária indústria cinematográfica americana foi fundada por produtores independentes. Em 1912, eles deixaram Nova Jersey para fugir da guerra judicial promovida por Thomas Edison, que detinha as patentes dos equipamentos de filmagem, e fundaram Hollywood. Confira a história da indústria de sonhos.
1910
Cinema Mudo
Fãs dos melodramas de Charles Dickens, os diretores D.W. Griffith e Charles Chaplin se tornam os nomes do cinema mudo americano. Inaugurando a linguagem clássica, o primeiro faz grandes filmes históricos. Já o segundo usa a comédia burlesca de um vagabundo. Filmes: O Nascimento de uma Nação (D.W. Griffith), Vagabundo (Charles Chaplin).
1930
Cinema de Gênero
Com o advento do cinema falado, os produtores decidem fazer do som o personagem principal do cinema. Musicais aparecem em massa e inauguram a época de ouro do cinema americano. Mas Hollywood não vive só de músicas. A ingenuidade das comédias românticas e as disputas de faroestes também preenchem as telas nessa década. Filmes: A Mulher Faz o Homem (Frank Capra), No Tempo das Diligências (John Ford), Picolino (Mark Sandrich).
Década de 1940: Orson Welles
Para irritar um desafeto, Welles faz sua estréia no cinema. A rusga rendeu à sétima arte um dos melhores filmes da história: Cidadão Kane.
1940
Noir
A violência e as regras da máfia são exploradas nesse gênero, que teve forte influência da literatura policial americana e da estética alemã dos anos 20. Por duas décadas, o Noir – negro, em francês – mostrou crimes e perigosas paixões. Filmes: À Beira do Abismo (Howard Hawks), Anatomia de um Crime (Otto Preminger), Casablanca (Michael Curtiz).
1950
Exploitation
Ao pé da letra, o termo quer dizer exploração. O gênero se refere aos chamados filmes B, feitos com pouca grana e sem méritos artísticos. Baseado em literatura barata e explorando sexo e sangue, o gênero é resgatado nos anos 70 e se populariza nos anos 90, com os filmes de Quentim Tarantino. Filmes: Glen ou Glenda, Plano 9 do Espaço Sideral (Ed Wood Jr.).
1970
Nova Geração
Capitaneados por Francis Ford Coppola e saídos da faculdade, os jovens Martin Scorcese, Brian De Palma, Steven Spielberg e George Lucas invadem Hollywood, trazendo muito lucro aos estúdios com filmes em que a violência e a rebeldia são a tônica. Filmes: O Poderoso Chefão I & II (Francis F. Coppola), Taxi Driver (Martin Scorcese), Tubarão (Steven Spielberg).
2000/1990/1980
Blockbusters
Efeitos especiais levam fantasia e imaginação de volta ao cinema. O resultado: bilheterias astronômicas, seqüências milionárias e o futuro da sétima arte. A tecnologia, cada vez mais presente nos equipamentos e nas telas, permite até driblar ataques de estrelismo, usando atores virtuais. Filmes: E.T. (Steven Spielberg), Titanic (James Cameron), a trilogia Senhor dos Anéis (Peter Jackson), as animações da Pixar.

Revista Super Interinteressante Novembro 2005